sexta-feira, 25 de setembro de 2015

PORQUE O BRASIL PRECISA APRENDER INGLÊS, OU BILINGUISMO URGENTE!

Não tem jeito. Querendo ou não, gostando ou não, você precisa aprender inglês. E não só você, mas também seus amigos, sua família, seus colegas de trabalho… Por fica cada dia mais difícil ter oportunidades profissionais, acadêmicas e culturais sem dominar esta língua. 

E é uma pena que durante os sete anos que a maior parte de nós passou nas escolas de ensino fundamental e médio, não tenhamos ido muito além do verbo “to be”. Foram sete anos – sete anos! – para não dar conta nem mesmo de ler uma notícia, preencher um formulário ou dar explicação para alguém na rua. Desperdício de potencial, não é?
Não vou nem falar das olimpíadas, nem pensar como o turismo – setor econômico em expansão, que pode gerar muitos empregos – vai se virar sem pessoas preparadas para receber os visitantes estrangeiros. Porque acredito que o fluxo internacional para o Brasil vai muito além desses eventos esportivos: são oportunidades sendo criadas e muitas vezes perdidas, pela falta de domínio da língua.
Pensemos que o Brasil hoje é a sexta maior economia do mundo. Quem preencherá os cargos criados em empresas que demandam fluência em inglês? Serão brasileiros, bem formados e com fluência em inglês, ou importaremos mão de obra de outros países? Como poderemos aproveitar este potencial para que se transforme em benefícios para a população e a mudança que esperamos neste país? Não há como fazer isso sem inglês porque:
  • Inglês é a língua dos negócios. Quem viaja para outros países não tem como saber falar as línguas locais, mas o inglês se tornou a língua-franca de comunicação. Por isso, hoje há mais estudantes de inglês na China do que nos EUA, UK e Austrália somados. 
  • Inglês é cobrado no vestibular da maior parte das universidades brasileiras. Sem um conhecimento mínimo da língua, dificilmente se terá acesso ao ensino superior.
  • Inglês é ainda mais cobrado na pós-graduação. Os processos de seleção de mestrado e doutorado exigem inglês e, geralmente, uma terceira língua (como alemão ou francês)
  • A indústria cultural – principalmente cinema e música pop – usa inglês como principal língua, ou inglês em combinação com outras línguas nacionais. Para usufruir – e compreender – os produtos culturais, é preciso dominar inglês.
Já estamos atrasados: a qualidade de nossa educação está muito longe da de outros países, e se educação não há desenvolvimento. O ensino de língua estrangeira/segunda língua no Brasil está crescendo, mas a passos lentos. Não temos profissionais suficientes para ensinar, e os salários estão longe de ser atraentes. Como vamos superar estes desafios e assumir o lugar que podemos no cenário mundial?
Fonte: educacaobilingue.com

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

APRENDER INGLÊS PODE MELHORAR A SUA VIDA


Se você quer aumentar seu conhecimento e ampliar os horizontes, você precisa aprender Inglês. Esse é o seu acesso ao conhecimento. Você pode se apossar de informações valiosas se você entender e falar Inglês.
É verdade que o idioma Inglês pode melhorar a sua vida. A maioria dos livros e referências on-line são em Inglês. Além disso, uma grande porcentagem da população do mundo fala Inglês. Você estará fora do jogo, se você não consegue entender ou se você não pode falar Inglês. Isso é fato!
Se você sabe como falar Inglês fluentemente, você pode fazer dar grandes saltos na sua carreira. Há sempre uma vantagem para quem é fluente no idioma Inglês, especialmente se você está em uma empresa internacional.
Além disso, há outros benefícios para quem sabe Inglês que não seja somente voltados para carreira profissional. Veja:
 
Viagem

Inglês é uma língua universal. Dito isto, você não terá que se preocupar em ser totalmente incompreendido se você vai para diferentes países. Contanto que você fale ou entenda Inglês, sempre haverá alguém com que você pode conversar e interagir.

Informações

A maioria das informações de qualidade que você pode obter a partir de qualquer material impresso ou a partir da Internet são em Inglês. Isso significa que você tem maior oportunidade de aprender mais, se você dominar o idioma Inglês.

Raramente existem traduções de materiais informativos, como livros didáticos, etc. Imagine que haja mais de um milhão de páginas na internet que contenha informações valiosas. 80% ou mais destas páginas são em Inglês. Veja o quanto de informação relevante você não vai ter acesso somente por que não fala Inglês.

Comunicação
Há bilhões de pessoas em todo o mundo que falam Inglês. Um grande número de conferências, seminários e treinamentos são em Inglês. As competições internacionais são assim.

Pessoas de todas as partes do mundo consideram Inglês como meio de comunicação universal. Se você se comunicar em Inglês, você pode discutir suas idéias com outras pessoas – não importa de onde elas sejam – com muita facilidade.

Entretenimento
Na maioria das vezes, excelentes filmes são produzidos em Inglês. Você será capaz de apreciar filmes ainda mais se você puder entender o que os personagens estão falando. Peças de teatro, seriados de TV, programas de rádio também podem ser incluídos aqui.
Aprender o idioma Inglês tem um monte de vantagens. Que tal começar hoje?

Fonte: www.inglesemfoco.com

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

QUEM PRECISA FALAR INGLÊS HOJE?


Metade dos empregos do mercado exigem que os candidatos falem inglês, segundo levantamento de um dos maiores serviços de recrutamento da internet. “Fale inglês e aumente sua chance no mercado de trabalho”.

De acordo com um estudo do Grupo Catho, outra empresa especializada em colocação profissional, os anos de experiência pesam menos que o inglês como fator de aumento de salário. “Fale inglês e aumente seu salário”.

Um dos pontos em comum entre os universitários mais bem-sucedidos é o bom domínio do inglês, de acordo com um trabalho divulgado pelo Ministério da Educação. “Fale inglês e seja bem-sucedido no ENEM”.

O fenômeno da globalização colocou definitivamente o inglês na relação de ferramentas básicas da maioria dos profissionais. “Fale inglês e esteja preparado para a globalização”.

Quem ainda sobrevive à custa das lições aprendidas na época do colégio tem cada vez mais dificuldade para se destacar e progredir no mercado. “Fale inglês e esteja acima da média do mercado”.

No momento da admissão, as empresas costumam aplicar testes orais e escritos para checar o conhecimento dos candidatos nessa área. “Fale inglês e esteja preparado para os testes das empresas”.

Até nos cargos hierárquicos médios, como os de gerente, por exemplo, o que as companhias desejam são pessoas capazes de se comunicar com razoável fluência no idioma. “Fale inglês e mantenha o emprego”.

A exigência é para que se possa conversar ao telefone com um cliente estrangeiro, pesquisar na internet, ler manuais técnicos e trocar e-mails curtos em inglês, entre outras situações. “Fale inglês e destaque-se dentro da empresa”.

O grau de exigência cresce à medida que o profissional sobe alguns degraus na hierarquia da empresa. “Fale inglês e suba no plano de carreira da empresa”.

Fonte: www.artigos.etc.br


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

EMPRESAS PAGAM MAIS PARA QUEM FALA INGLÊS


O estudo, feito em todo país, indica que secretárias que dominam o inglês têm salários 68% maiores. Gerentes, 20%. Consultores, 12% e diretores, 9%.


O gerente de recursos humanos Roberto Gomes trabalha numa multinacional. Estuda para aprimorar o inglês e crescer na empresa.
“A pessoa que tem domínio de inglês, até um nível não fluente, mas avançado, certamente leva uma vantagem de cargo, alguma coisa nesse sentido porque afinal de contas num mundo globalizado a comunicação conta muito, não é verdade?”, fala Gomes.
No mercado de trabalho dominar um segundo idioma é essencial. E quem fala inglês ganha bem mais. É o que mostra uma pesquisa feita em todo o país com quase 150 mil profissionais.
Secretárias que dominam o inglês têm salários 68% maiores. Gerentes, 20%. Consultores, 12% e diretores, 9%.
“Quando o chefe olha esse profissional que fala inglês e que está resolvendo alguns problemas onde o idioma inglês é necessário, vai significar também que esse profissional que investiu mais na carreira, que ele traz resultado e de certa forma ele já fica com certo painel de destaque dentro da empresa aonde pode receber promoções e ter um tratamento diferenciado dentro da empresa”, explica o diretor-geral da Catho online, Adriano Arruda.
Segundo a pesquisa, apenas 10% dos profissionais que estão no mercado têm fluência no inglês.
“Quando você quer gastar seu tempo pra aprender um idioma, mais do que aprender um terceiro ou um quarto idioma, invista no seu inglês, tenha um inglês fluente”, orienta Arruda.
Fonte: g1.globo.com/jornal-da-globo

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

UNIVERSIDADE ELEITA MELHOR DA AMÉRICA LATINA TEM INGLÊS OBRIGATÓRIO



Criada em 1888, meio século antes da USP, a PUC do Chile tem uma prova de proficiência de inglês obrigatória aos novos alunos. "Quem vai mal tem de fazer aulas obrigatórias", disse à Folha a porta-voz da universidade, Ana María Bolumburu. O resultado é que cerca de metade dos artigos científicos produzidos na escola chilena são em colaboração internacional.

Já a USP tem de 25% a 30% dos trabalhos acadêmicos feitos com estrangeiros. Os dados são de um levantamento do especialista em indicadores científicos Rogério Meneghini, feito a pedido da Folha. Isso significa que os trabalhos da USP terão menos impacto internacional do que os produzidos na instituição chilena.

Ainda segundo Meneghini, a PUC do Chile tem se esforçado para repatriar bons professores chilenos que estavam em países como Estados Unidos e para melhorar o corpo docente.

Para Simona Bizzozero, uma das diretoras do QS, a instituição chilena implantou melhorias desde o ano passado, por exemplo, investindo na presença na internet, indicador que vale 10% da nota.

Estudantes têm que pagar entre US$ 5.000 e US$ 10 mil (o curso todo) para estudar ali.Apesar de ter sido colocada como a melhor da América Latina, a PUC do Chile não fica em primeiro em um ranking do país.

Na lista da "Revista América Economia", equivalente ao RUF (Ranking Universitário Folha), a Universidade do Chile lidera, à frente da PUC.

Fonte: www1.folha.uol.com.br/educacao

sexta-feira, 31 de julho de 2015

INGLÊS: A LÍNGUA DO MUNDO


Quando terminamos a nossa graduação nos deparamos com um mercado de trabalho concorrido. A competência na área escolhida e habilidades profissionais de destaque com certeza são bons diferenciais para enfrentar a concorrência, mas poucos profissionais se atentam para algo que já até mesmo deixou de ser diferencial e se tornou essencial: falar inglês.

Antigamente, há pelo menos 2 décadas, falar inglês  era exigido apenas para cargos de alto escalão, como grandes executivos e negociadores internacionais. No entanto, hoje em dia a proficiência no idioma é exigida para cargos muito mais simples, como vendedores e telefonistas. A causa dessa mudança, e de o inglês ter se tornado tão popular, é a globalização. O inglês passou a ser considerado a língua universal, após os principais países do mundo terem decidido que o idioma deveria ser ensinado em todos os lugares, para permitir uma comunicação mundial.

As grandes empresas, como as multinacionais, dão preferência à contratação de profissionais que saibam falar inglês. Outro ponto importante é que: profissionais fluentes em inglês ganham mais que aqueles que ainda não falam a língua. Profissionais da área de tecnologia, seja da área de aplicação ou de desenvolvimento, precisam muito no inglês no dia-a-dia. 

O idioma, no caso deles, se torna uma ferramenta de trabalho. Isso por conta do papel protagonista dos Estados Unidos na criação e no desenvolvimento de novas tecnologias, além do fato de o inglês ser, hoje, após o período de adaptação ao mundo globalizado, a língua mais disseminada ao redor do mundo. É na língua inglesa que são trocadas informações, escritos manuais, que são divulgadas pesquisas e elaborados manuais científicos e técnicos.

É muito fácil notar a influência do inglês no nosso dia-a-dia. Muitas palavras usadas cotidianamente por nós são oriundas do idioma, como: jeans, outdoor, notebook, internet, download, entre muitíssimas outras.

Para os estudantes, falar inglês é um bom diferencial, principalmente na hora de realizar pesquisas. Na internet, por exemplo, há uma oferta muito maior de fontes e inglês do que em português, para os mais variados assuntos. Como dito anteriormente, as principais pesquisas realizadas ao redor do planeta são divulgadas primeiramente em inglês.

No entanto, se você ainda não tem proficiência no idioma, acalme-se. Desenvolver o conhecimento em outro idioma é um processo de estudo longo, e que depende muito da sua dedicação. É importante englobar o estudo da nova língua em seu dia-a-dia, e torna-lo divertido. Ouça músicas, leia livros e assista a filmes e seriados em inglês. Comece assistindo com legenda em português, depois mude as legendas para inglês e dentro de algum tempo você sequer precisará das legendas.

Em pouco tempo o inglês será considerado uma habilidade básica, exigida em todas as áreas. Ainda dá tempo de correr atrás do prejuízo.


Fonte: www.infoescola.com

sexta-feira, 24 de julho de 2015

INGLÊS – O IDIOMA QUE ABRE PORTAS


A cena está ficando cada vez mais comum nos processos de contratação: o candidato a uma vaga atende ao telefone e, do outro lado da linha, escuta uma frase em inglês. Não se trata de interurbano. É o profissional do departamento de seleção de uma grande empresa que aproveita o primeiro contato para já colocar à prova a fluência do candidato no idioma. “Se a pessoa for incapaz de entabular um dialogo rápido, será desclassificada antes mesmo da primeira entrevista pessoal”, afirma o consultor João Rodrigues Canadá Filho, vice-presidente do Grupo Foco, empresa paulista especializada em recrutamento. Nessa hora, não adianta mentir, enrolar ou prometer que o tempo perdido pode ser recuperado. 

Aos poucos, a lei de seleção natural do mercado vai deixando para trás os profissionais que só sabem se expressar em português. Caso ainda exista alguma duvida em relação a isso, basta olhar o que dizem as pesquisas mais recentes realizadas a respeito da importância do inglês na carreira:
– Metade dos empregos hoje exige que os candidatos falem o idioma, segundo levantamento do site Bumeran.com, um dos maiores serviços de recrutamento da internet.
– De acordo com um estudo do Grupo Catho, outra empresa especializada em colocação profissional, os anos de experiência pesam menos que o inglês como fator de aumento de salário.
– Um dos pontos em comum entre os universitários mais bem sucedidos dos exames do Provão é o bom domínio do inglês, de acordo com um trabalho divulgado na semana passada pelo Ministério da Educação.

O fenômeno da globalização colocou definitivamente o inglês na relação de ferramentas básicas da maioria dos profissionais. “Num futuro não muito distante, um profissional sem inglês será considerado semi-alfabetizado no mercado", afirma Ricardo Schütz, que presta consultoria pedagógica de idiomas para grandes companhias.

No momento da admissão, as empresas costumam aplicar testes orais e escritos para checar o conhecimento dos candidatos nessa área. Até nos cargos hierárquicos médios, como os de gerente, por exemplo, o que as companhias desejam são pessoas capazes de se comunicar com razoável fluência no idioma. Ou seja, alguém que possa conversar ao telefone com um cliente estrangeiro, pesquisar na internet, ler manuais e trocar e-mails curtos em inglês, entre outras situações. Isso não significa que não seja preciso investir sempre para evoluir no domínio da língua. 

O grau de exigência cresce à medida que o profissional sobe alguns degraus na hierarquia da empresa. Nos postos de diretoria, os executivos precisam ser capazes de participar de longas reuniões ou apresentar palestras em inglês, tarefas que exigem pronúncia correta, para não dizer impecável, e completo domínio gramatical.

Fonte: frankherles.wordpress.com