segunda-feira, 28 de julho de 2014

APRENDER SEGUNDA LÍNGUA PODE FORTALECER FUNÇÕES CEREBRAIS, DIZ ESTUDO

Bilíngues são melhores em priorizar tarefas e trabalhar em múltiplos projetos ao mesmo tempo.


Falar mais de uma língua pode fortalecer funções cerebrais, servindo uma espécie de ginástica cerebral, afirmaram pesquisadores durante a reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) na sexta-feira, 18.

Pesquisas norte-americanas indicam que pessoas bilíngues podem ter uma melhor performance que aqueles que falam apenas uma língua em algumas habilidades como editar informações e se concentrar nas informações mais importantes. Essas habilidades tornam os bilíngues melhores em priorizar tarefas e trabalhar em múltiplos projetos ao mesmo tempo.

Segundo os pesquisadores, as descobertas contradizem pesquisas anteriores que afirmavam que o aprendizado de uma segunda língua dificultava o desenvolvimento cognitivo. Acreditava-se anteriormente que aprender duas línguas criava confusão, especialmente em crianças, fazendo com que as pessoas tivessem dificuldade em usar ambas as línguas.

Os cientistas encontraram como fonte dessa capacidade de lidar com múltiplas tarefas ao mesmo tempo a maneira como os bilíngues negociam mentalmente entre línguas, uma habilidade que chamaram de "malabarismo mental", uma forma de exercício mental.

Fonte: www.estadao.com.br

CONTRAÇÕES NA LÍNGUA INGLESA


Há muitas músicas que mostram essas contrações. Você que faz inglês ou que escuta músicas de cantores ou bandas internacionais, principalmente dos EUA, já deve ter se deparado com algumas palavras diferentes daquelas que você aprende no inglês que canso chamar de inglês "do livro"- aquele todo certinho, bonitinho, conforme o padrão da língua, etc.

Essas palavras são chamadas "contrações" e são mais comuns do que você pensa. Para ser mais claro, vamos exemplificar.

Uma frase comum: "Você está aí?" Essa é a forma padrão, correta, culta da língua. Mas, nós, humildes seres humanos sobreviventes do dia a dia, ditos "povão", dizemos, naturalmente: "'Cê' taí?"

Então, se isso ocorre em português, por que não aconteceria em inglês?

Essas contrações, são abreviações de palavras ou expressões inteiras e são usadas na língua informal. Nunca use isso em uma situação que requeira o padrão culto, ou você pode passar vergonha.

Há muitas músicas que mostram essas contrações e aqui vão algumas das mais comuns e  mais usadas, não só  nas músicas, mas em séries, filmes e até livros.

Gimme= give me (me dê)
Lemme= Let me (permita-me, deixe-me)
Gonna= going to (futuro próximo) vou fazer...
Gotta= Got to (ter de...)
Getcha= Get you, get your (te pegar, pegar algo seu)
Innit= isn't it (não é?/ né?)
Ain't= am not / are not / has not= (não ser)
Wanna= want to (querer)
Kinda = kind of (meio que, tipo que)
Dunno= I don't Know (eu não sei / eu não conheço

Se você não está familiarizado com essas contrações, não se preocupe. É só ouvir mais músicas estrangeiras e ver mais filmes e séries legendados, prestando atenção na pronúncia delas e quando são usadas. Pop, Rock e,  principalmente, rap, usam muito essas formas. Existem outras formas, porém essas são as mais comuns.


por Isamary Carvalho Vicente

Fonte: www.portaleducacao.com.br

quarta-feira, 9 de julho de 2014

SEIS SEGREDOS PARA FALAR INGLÊS COM SUCESSO

A língua estrangeira dá destaque no mercado de trabalho.



Dominar pelo menos uma língua estrangeira não é mais um diferencial, é uma necessidade.

Mas como fazer? É algum segredo guardado a chave?

ABSOLUTAMENTE NÃO!

Confira seis segredos para você se dar bem em inglês ou qualquer outra língua estrangeira.

1. Não tenha vergonha. Independentemente se você for jovem ou mais experiente, não se sinta intimidado ou receoso em cometer erros. Não tenha medo de não ser perfeito. Ninguém fala inglês perfeitamente. Até os nativos erram de vez em quando! 

2. Tenha prazer. Encare o seu aprendizado como diversão, não como algo obrigatório! Caso contrário, você acabará perdendo aos poucos o interesse e a motivação necessária para alcançar o seu objetivo.

3. Não entre em pânico: o passado não quer dizer nada. Não importa o que você não conseguiu ontem. Ontem não existe mais e você não precisa mais desperdiçar energias com isso! Importa o que você quer hoje! Sua determinação, motivação e vontade de aprender é que desta vez farão a diferença!

4. Atire-se de cabeça. Estudar uma outra língua é um pouco como fazer academia. O instrutor/ professor pode lhe auxiliar e guiar, mas os resultados dependerão sobretudo de você. Não adianta estudar inglês sem fazer o seu homework diariamente. Nem adianta pegar pesado no começo e depois desistir no meio do caminho. Com persistência e atitude positiva você conseguirá alcançar o seu objetivo com sucesso!

5. Pratique. Pratique. E pratique mais. Uma língua não aparece por mágica da noite para o dia. É preciso de muito treino para se tornar fluente. Então, envolva-se com a língua! Organize-se! Encontre tempo! Como todos já conhecem o velho ditato "Aprende, pratica e serás mestre!" 

6. Use regularmente a língua. A sua língua é como o seu carro, deixar de a utilizar regularmente pode torná-la lenta e enferrujada. Torne o inglês parte do seu dia-dia! Seja conversando com amigos, ouvindo músicas, lendo livros, teclando na internet ou de qualquer outro modo que mais lhe agrade, não importa se é domingo, sábado ou feriado… todo dia é um novo dia para aprender um pouco mais de inglês!


por: Elisa Trentini

Fonte: www.portaleducacao.com.br 

DITADOS POPULARES EM INGLÊS



Hey folks, é muito comum os alunos de Inglês perguntarem as outras pessoas: “como é que se diz…. em Inglês?

Normalmente, o “…” é uma frase tão cabeluda e complexa que o professor fica com aquela cara de interrogação, tenta buscar no fundo da mente, e diz: “ditado popular não tem tradução” ou “gíria não se traduz“, etc.

Eu sou umas dessas pessoas, realmente existem coisas que são praticamente impossíveis de traduzir (e são justamente essas coisas que os alunos perguntam), mas encontrei alguns ditados que tem o mesmo significado tanto em uma língua quanto na outra. Eu assino embaixo de todos eles, use-os pois eles são muito comuns no dia-a-dia do nativo. As palavras diferem um pouco, mas o sentido é o mesmo. Preste atenção como em Inglês se diz as coisas com uma diferença sutil nas palavras. Confira:

A picture is worth a thousand words. (Uma imagem vale mais que mil palavras).
Better late than never. (Antes tarde do que nunca).
Good things come to those who wait. (Quem espera sempre alcança).
All good things must come to an end. (Tudo que é bom dura pouco).

Que tal tentar usar pelo menos um desses ditados ainda hoje? Escreva-os para não se esquecer!
Take care,


por Fabiana Lara

Fonte: www.englishexperts.com.br

SOBRAM BOLSAS PARA BRASILEIROS EM HARVARD E MIT

Doutorados em diversas universidades dos EUA têm 1,5 mil vagas abertas até 2015; inglês ainda é entrave para estudantes do País


As Universidades Harvard, Stanford, Columbia, da Califórnia, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e outras instituições americanas de ponta vão reservar 1,5 mil bolsas de estudo integral até 2015 para estudantes brasileiros cursarem doutorado completo. As bolsas serão financiadas pelo governo federal, por meio do programa Ciência Sem Fronteiras (CsF).
Apesar do convênio com as universidades ter sido firmado no ano passado - motivado pela ida da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos em abril de 2012 -, a falta de divulgação da oportunidade levou a Laspau (entidade vinculada à Harvard), que administra a concessão das bolsas, a realizar ontem uma visita ao País.
"Trata-se de um acordo histórico, sem precedentes. Os estudantes brasileiros precisam saber que eles podem estudar nas melhores universidades norte-americanas", disse Angélica Natera, diretora adjunta da Laspau, durante agenda de reuniões com parceiros institucionais em São Paulo.
Mesmo exigindo que os estudantes tenham apenas diploma de graduação nas áreas prioritárias do CsF - Engenharia, Tecnologias e Saúde -, além de bom nível de inglês, pouco mais de cem candidatos foram pré-selecionados até o momento. É prevista neste primeiro ano de acordo a seleção de outros 400 estudantes. As inscrições para início dos estudos em 2014 vão até setembro e podem ser feitas pelo site da Laspau (www.laspau.harvard.edu).

A baixa demanda pelas bolsas pode ser justificada pelo desconhecimento de muitos estudantes, que tendo apenas diploma de graduação podem se candidatar diretamente para o curso de doutorado. Ou seja, não precisam cursar primeiramente o mestrado. "Geralmente, quem sabe desse detalhe é aquele estudante que teve maior aproximação com pesquisa na graduação, com projetos de iniciação científica, por exemplo. Mas quem não teve muito esse contato desconhece", disse Luana Bonone, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos.
A falta de domínio de inglês é outro entrave às candidaturas. "Até o pós-graduado tem inglês ruim, mas essa deficiência é curável", disse o economista Cláudio Moura Castro, ex-diretor-geral da Capes, uma das agências de fomento federal que administram o CsF.
Solução. E a "cura" pode ser até mensurada, afirma André Marques, diretor da EF Englishtown, especialista em certificação. "Para alcançar o patamar que é exigido pela seleção, o pós-intermediário, o estudante que tem nível básico de inglês, precisaria estudar diariamente por um ano e meio", afirmou.
O esforço para preencher as vagas disponíveis pode aumentar a presença de pesquisadores brasileiros nas melhores universidades do mundo. Isso deve fazer avançar áreas da ciência estratégicas para o País, afirmou Luiz Felipe d'Avila, diretor-presidente do Centro de Liderança Pública (CLP). "Podemos nos desenvolver ainda mais na agroindústria e aviação", disse d'Avila. O CPL pretende implementar uma incubadora nos Estados Unidos para identificar boas ideias dos doutorandos.
"Esperamos com o convênio retomar o envio de pesquisadores brasileiros para fazer o doutorado pleno nos Estados Unidos, algo que ocorria mais intensamente nos anos 1960 e 1970", afirmou o presidente da Capes, Jorge Guimarães.
Fonte: O Estado de São Paulo

INGLÊS RUIM FAZ ALUNO BRASILEIRO PERDER BOLSA EM UNIVERSIDADE TOP

Boa parte dos melhores universitários brasileiros tem inglês precário e, por isso, teme disputar bolsas de estudo em instituições de ponta dos Estados Unidos e do Reino Unido.


O problema é tão grande que o governo decidiu criar um teste nacional de inglês para até 100 mil universitários e cursos de reforço no idioma aos que necessitarem. A deficiência foi verificada na seleção de universitários a serem financiados no exterior pela União no programa Ciência Sem Fronteiras.

No processo deste ano, as universidades portuguesas e espanholas foram as que mais atraíram candidatos, à frente das escolas dos Estados Unidos e do Reino Unido. Portugal não tem nenhuma instituição entre as 200 melhores do mundo no ranking Times Higher Education, um dos mais importantes na área. A Espanha possui uma, ante 75 dos Estados Unidos e 32 do Reino Unido. "Há boas universidades nesses centros [Portugal e Espanha], mas detectamos que muitos alunos nossos de excelente nível procuram essas alternativas porque têm dificuldade com o inglês", disse à Folha o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

Além dos locais que falam inglês, o idioma também é usado em cursos de países como Holanda, Bélgica e China. O bolsista deve estar entre os alunos com melhores notas no Enem (exame do ensino médio) e comprovar conhecimento da língua estrangeira"O inglês no Brasil precisa ser muito aprimorado", disse o diretor de exames do British Council no país, Cláudio Anjos. "Com o vestibular, as escolas se preocupem apenas com ensinar a ler, não a escrever, escutar e falar."

INTENSIVO

Para tentar atenuar a deficiência, a União lançará nas próximas semanas o programa Inglês Sem Fronteiras. Será aplicada uma prova neste semestre, em data a ser definida, nos moldes dos exames internacionais Toefl e Ielts - com a ajuda dos organizadores desses testes.

Poderão participar os cerca de 100 mil melhores universitários que fizeram o Enem (o último exame teve 4 milhões de participantes). Eles são potenciais candidatos a uma das 101 mil bolsas para o exterior, a serem concedidas até 2015.

Após o teste, os universitários serão classificados nos níveis A1, A2, B1, B2 e C. Os que ficarem nos patamares intermediários B1 e B2 poderão fazer curso gratuito intensivo de inglês, de seis meses, em universidades federais. A ideia é que esses estudantes estejam preparados para os exames de proficiência e possam aproveitar melhor a estada no exterior.

Fonte: Folha de São Paulo





terça-feira, 1 de julho de 2014

14 DICAS PARA TURBINAR O SEU INGLÊS


1. Alugue bons vídeos e DVDs e assista a cada um duas vezes, tentando entender bem a história. Depois, assista uma terceira vez sem ler a legenda.

2. Assine TV a cabo e assista programação na língua estudada o maior tempo possível.

3. Memorize a letra das suas músicas favoritas e passe o dia cantando.

4. Treine o seu aparelho fonador. Programe-se para ler em voz alta, articulando bem as palavras por dez minutos diários.

5. Compre um dicionário bilíngüe e estude a sessão de fonética (sons).

6. Ao ler em outro idioma (e também escutar) ignore todas as palavras desconhecidas e concentre-se naquelas conhecidas.

7. Só recorra ao dicionário se a mesma palavra desconhecida ocorrer três ou mais vezes.

8. Comece hoje mesmo um diário na língua que você deseja aprender. Se não souber uma palavra, invente. O que vale é estruturar o pensamento na língua estudada.

9. Escolha um assunto, cadastre-se num Fórum de inglês e entre em uma ou mais listas de discussão.

10. Copie textos no idioma estudado periodicamente. Isso ajuda a memorizar as estruturas gramaticais e o vocabulário do novo idioma.

11. Use a Internet para ler revistas e jornais em outras línguas, mesmo que a princípio não entenda nada. Grande parte da compreensão vem com a familiaridade com o texto.

12. Torne o novo idioma a ser aprendido parte da sua vida. Escute, fale, leia e escreva o máximo que puder todos os dias.

13. Esforce-se para pensar sempre em outra língua.

14. Aprenda a gostar do novo idioma. Sem isso você nunca será completamente bem-sucedido no seu propósito de ser fluente.


por Alessandro Brandão
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Fonte: www.englishexperts.com.br